VIAGENS NO TEMPO E SEUS PROBLEMAS

O tempo e a forma como ele passa é algo que fascina o homem. A vontade te obter o controle total sobre ele, podendo quebrar seu fluxo de passado, presente e futuro já apareceu várias e várias vezes nas obras de ficção, mas brincar com o tempo é algo extremamente complexo. Já foram criadas muitas teorias que tentassem solucionar os problemas da viajem temporal, mas como todas as coisas que não existem, existem soluções que usam de teorias científicas e aquelas que obedecem apenas a magia e a imaginação.

Aqui no ocidente costumamos a ver o tempo de forma linear, seguindo em frente numa constante. O conceito de viagem no tempo é a quebra deste fluxo, onde se pode transitar para trás e para frente. Existem algumas teorias científicas que normalmente são usadas como base para roteiristas e escritores que se aventuram em tramas temporais, eis aqui algumas:

  • A Quarta Dimensão: Neste conceito, o tempo seria uma dimensão como a largura, altura e profundidade. Imagine um carro onde quando você vai para frente estará se movendo em uma direção, se for pra direita ou esquerda se moverá em outra dimensão, e se for para cima e para baixo se moverá em outra. A quarta dimensão seria o tempo que você leva para fazer isso.
  • Buracos de Minhoca: Esta teoria consiste em usar canais que interliguem o espaço-tempo. Entrando na boca de um destes “buracos de minhoca”, você poderia o alongar e dobrar e sairia instantaneamente  no outro lado, ignorando a barreira espaço-temporal.
  • Tempo como um rio corrente: Einstein propôs que o tempo flui em uma direção única como um rio, mas que em alguns lugares o rio seguiria mais rápido ou mais lento. Testes já foram feitos com relógio quânticos, que são extremamente precisos, e quando levados pra fora do planeta ficam adiantados, devido a passagem de tempo no espaço ser mais rápida.

A forma como a viagem no tempo é feita varia de acordo com a trama, a grande maioria dos escritores criam aparelhos e maquinários que transportam o usuário através do tempo-espaço, porém também existem alguns que preferem uma viagem através de portais, magias ou poderes, ou mesmo viagens através da mente ou espírito. Quando se usa viagens no tempo através de artefatos que transportam a pessoa de um aparelho para outro igual, fazendo com que a viajem no tempo para o passado não possa ser anterior a criação da máquina do tempo.

No tipo de viagem temporal onde a história pode ser alterada as coisas são bem mais difíceis de se explicar (e por isso muitas vezes as explicações são ignoradas). Normalmente os viajantes do tempo se tornam anomalias temporais, e são os únicos que tem consciência de que algo foi alterado. Em um universo em que facilmente se viaja no tempo, pode ocorrer de muitas pessoas realizarem viagens temporais e causarem infinitas alterações, até o ponto em que a a história se estabilize em um ponto onde a viagem temporal se torne impossível.

Em um universo onde a história pode ser mudada, muitas vezes a realidade tenta corrigir as alterações provocadas pelos paradoxos, muitas vezes usando outros acontecimentos para que as coisas voltem a correr da maneira que deveriam. Em uma realidade em que a história é imutável, o tempo segue como uma fita já gravada e o livre arbítrio não passa de uma ilusão.

A mais clássica questão sobre viagem do tempo é a seguinte: Se você viaja para o passado com a intenção de impedir alguma coisa de acontecer e tem sucesso, você não terá a necessidade no futuro de voltar no tempo para impedir esta coisa de acontecer, logo se você não viajar no tempo a coisa vai acontecer do mesmo jeito, entendeu? (um exemplo desta situação acontece no filme A MÁQUINA DO TEMPO, baseada na obra de H.G. Whells e na série de filmes O EXTERMINADOR DO FUTURO). Existem histórias que solucionam este problema com a teoria das realidades paralelas. Segundo esta teoria, quando você altera algo no passado, é criada uma outra realidade paralela a existente onde as coisas tomarão um rumo totalmente diferente.

Tramas de viagens do tempos devem ser muito bem pensadas e estruturadas. Eu particularmente gosto muito das obras de H.G. Whells que tratam do assunto, de filmes como Deja Vu, Trilogia  De Voltar Para o Futuro, Saga do Exterminador do Futuro, A Mulher do Viajante do Tempo e Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban. Caso se aventure pelos tortuosos caminhos de uma trama temporal, pesquise o máximo que você puder e evite deixar pontas soltas no espaço-tempo (acredite, sempre haverá alguém para fazer perguntas inconvenientes, e você tem que estar preparado par responde-las).

Fontes:

Wikipédia – Viagem no Tempo

Hype Science

POR QUE FICÇÃO CIENTÍFICA NÃO FAZ SUCESSO NO BRASIL?

Se você fizer uma pesquisa rápida com a grande maioria dos brasileiros sobre gêneros de livros ou filmes, vai constatar que não são muitas as pessoas que vão apontar a ficção científica(também chamada de Sci-Fi ou FC) como seu gênero favorito. Porque afinal por aqui as pessoas não tem tanta afinidade com este gênero tão rico e fascinante?

Podemos dizer que ficção cientifica um gênero que possui a ciência como elemento crucial, seja ela ciência realista ou imaginada, e a sua interferência na vida dos humanos e sua sociedade. Muitos dizem que o pai da ficção cientifica é Julio Verne, com seus grande livros Viagem ao centro da Terra, 20.000 léguas submarinas e Da Terra á Lua, mas antes dele uma jovem de apenas 16 anos escreveu um romance sobre um homem que dava vida a um golem de carne. Mary Shelley criou Frankstein em 1818, mas seu conto é mais inclinado para um horror gótico e também a forma que o dr. Frankstein usa para dar vida a sua criatura esta mais para alquimia que para ciência química. Mesmo antes já tiveram obras que poderiam ser chamadas de ficção-cientifica, como Micromégas de Voltaire no século XVIII, que narra a visita de seres de outro planeta ao nosso planeta. Apesar de não possuir ciência envolvida de maneira direta, o fato de analisar o comportamento dos terráqueos como formas de vida diferentes por seres interplanetários se encaixa no gênero.

Foram poucas as obras feitas no Brasil para este gênero (O Alienista de Machado de Assis e até mesmo o Sítio do Pica-Pau Amarelo, de Monteiro , elementos de ficção cientifica – apesar de serem basicamente fantasia), afinal é até difícil imaginar o Brasil em mundos de ciência avançada.  A “estranheza” excessiva que o mundo sci-fi trás acaba por afastar muitas pessoas, e nas terras tupiniquins é visto como um gênero exclusivamente nerd. uma das razões pode ser que a ficção científica seja muito complexa de ser compreendida e usada. Para um autor criar um universo de fantasia é mais simples, pois normalmente se lida com reinos e castelos, um sistema simples de castas e elementos mitológicos como dragões, elfos e magia. Devido a este gênero ser muito popular nos RPGs fica mais fácil trabalhar com este material. Para criar um universo sci-fi você não tem mitologia como base, apenas outras obras deste gênero. Você tem que fazer um exercício de imaginação e criar fatos e acontecimentos que moldem o futuro. Não é necessário se seguir uma lógica cientifica, afinal você esta fazendo uma obra de ficção, mas o mínimo de conhecimento sobre o espaço por exemplo já ajuda. É necessário pensar em um sistema de governo, no caso de colonias em outros planetas como este sistema organiza todas as colonias? No caso de vida extra-terrestre, como os governos interagem entre si? Qual o nível de tecnologia e ela é acessível a todas as pessoas ou só para uma elite? São muitas questões a serem pensadas e bem estruturadas para tornar seu universo convincente. Existem muitos clichês neste gênero como robôs e alienígenas, mas estes são assuntos para outro post.

Se analisarmos por um ponto de vista mais amplo, veremos que o gênero sci-fi é mais visual, por isso faz mais sucesso nos cinemas e coisas assim. Quando você lê um livro, você precisa imaginar todos os elementos descritos, e em mundos de fantasia-medieval você remete a memória a coisas que já viu em lendas e contos. No gênero sci-fi, muitas vezes a descrição é de uma coisa que você não tem ideia do que seja, ou de uma criatura que você não consegue ligar com nada que já viu, isto pode frear um leitor pois ele não vai se sentir imerso no universo do livro.

Existem diversos sub-gêneros na ficção cientifica, um dos mais populares é o Space-Opera . Este termo nasceu em 1941 para dar nome a um gênero cheio de clichês aventurescos. Hoje em dia este termos se refere a histórias com drama e ação entre os personagens em meio a cenários de super-ciência. A maioria das space-operas não respeitam a física com naves que superam a velocidade da luz, teletransporte e armas lasers. Existem muitas séries populares de obras deste sub-gênero como Star Wars, Star Trek e  Battlestar Galactica, ou mesmo animes como Cowboy BeBop.

Outro sub-gênero Ficção Cientica hard (ou FC Hard) que se caracteriza por possuir invenções e tecnologias fortemente detalhadas e precisas cientificamente. Normalmente os personagens são postos em segundo plano, dando enfase a o universo e seu acontecimentos. Os protagonistas são comumente cientistas, engenheiros, militares e astronautas, e a maneira como os avanços tecnológicos se dão na sociedade são fortemente trabalhados. Este gênero consiste em usar a tecnologia da época como base, e por isso quando lido apos esta época se torna um tanto incompleto (quantos autores poderiam imaginar a diferença que a internet faria na vida das pessoas?). Grande parte usavam teorias que hoje já foram desmentidas ou até hoje nunca comprovadas (a tese das múltiplas dimensões é algo que até hoje é usada com frequência). os livros de Isaac Asimov podem ser considerados obras de FC Hard e são essenciais para quem pretende se aventurar no mundo sci-fi.

Acredito que o gênero sci-fi ainda não ganhou destaque no Brasil porque não teve alguma obra que tenha gerado um grande BOOM! Talvez por a tecnologia estar evoluindo mais e mais a cada dia, este gênero acabe sendo mais assimilado com o passar dos tempos – pois a cada dia o nossa realidade tem se tornado mais e mais sci-fi.

Fontes:

Wikipédia – Ficção cientifica

Esquina do Escritor

Sci-Fi Brasil

SAGAS: O EXTERMINADOR DO FUTURO (PARTE 1/2)

Quando se pensa em filme de robôs, a primeira imagem que nos vem à mente é do nosso “Governator” Arnold Schwarzenegger na série Exterminador do Futuro. Ícone do cinema foi um divisor de águas com sua trama de viajem no tempo e seus efeitos visuais fantásticos, gerando uma série de quatro filmes e várias outras proles.

O primeiro Exterminador do Futuro (The Terminator) chegou aos cinemas no ano de 1984, e mostra o soldado Kyle Reese (Michael Biehn) que foi enviado de um futuro pós-apocalíptico onde os homens e as máquinas estão em guerra para o ano de 1984 a fim de impedir que um ciborgue (Schwarzenegger) enviado pelas máquinas para esta data mate Sarah Connor (Linda Hamilton), a mãe do futuro líder da resistência humana na guerra.

James Cameron levou a frente este filme, que possuía alguns efeitos stop-motion que provocam risos hoje em dia, mas que na época eram impressionantes. O orçamento foi apertado, e mesmo assim o filme conseguiu ser um marco na ficção-científica. Arnold estava na verdade cotado para ser Kyle Reese, e O. J. Simpsons chegou a ser cotado para o papel do exterminador. Segundo Cameron, ele queria que o ciborgue fosse um sujeito comum para passar despercebido pelos humanos – por sorte mudaram de ideia pois Schwaza queria o papel do exterminador, que teria mais destaque.

No ano de 1992 chega à sequência O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (Terminator 2 – The Judgment Day). Este filme conseguiu superar o segundo, expandido mais da trama complexa que poderia ser arruinada, devido a isso conseguiu arrecadar 520 milhões no cinema – seu investimento foi de 102 milhões, 96 a mais que o primeiro, se tornando um dos filmes mais caros da época. Agora as máquinas enviam um robô avançado de metal líquido do modelo T-1000 (Robert Patrick) para assassinar o futuro líder da resistência humana John Connor, que é um adolescente. Os humanos enviam para impedir isso um T-800 idêntico ao que havia sido enviado no passado para assassinar a mãe de Connor, mas desta vez ele está reprogramado para proteger o garoto. O “Julgamento Final” do título se refere ao dia em que a Skynet (Inteligência Artificial líder das máquinas) bombardeia o planeta com bombas atômicas para destruir a humanidade. Neste filme a data fatídica seria 29 de Agosto de 1997.

Este filme levou a estatueta do Oscar de edição de som, mixagem de som, maquiagem e efeitos especiais, graças à tecnologia empregada nos efeitos do T-1000, que impressionam até os dias de hoje. O robô T-1000 quase foi feito pelo cantor Billy Idol, que (graças a Deus) ficou impossibilitado de fazer por um acidente de moto, dando papel ao ator Robert Patrick que fez um trabalho excelente. Em uma cena, T-1000 fica com a aparência igual a de Sarah Connor, e para poder ter duas Sarahs em cena, usaram a irmã gêmea de Linda (ela é sempre a que está mais longe da câmera na cena). Na trilha sonora havia a musica “You could be mine” da banda Gun’s Roses, que estava no auge do sucesso na época (até fizeram um vídeo clipe com a participação de Schwaza).

O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas (Terminator 3: The Rise of the Machines) foi lançado no ano de 2003,  e na minha opinião é o mais fraco dos filmes (mesmo rendendo 427 milhões e custado 175). Neste filme as máquinas enviam uma ciborgue mulher (?) do modelo T-X para eliminar John Connor e vários homens que viriam ser valiosos oponentes no futuro para as máquinas. Os humanos enviam um T-850 (sim, com a cara do “Governator”) para proteger John Connor e Katherine Brewster (quer viria a ser esposa de Connor no futuro).

Diferente do segundo filme para o primeiro que conseguiu surpreender a plateia, o terceiro filme foi mais do mesmo. A “Terminatrix” é infinitamente pior que o T-1000, sendo que é feita de metal comum com algumas armas embutidas nos braços e metal líquido revestindo o corpo. A única coisa interessante foi eles mostrarem que não importa as interferências feitas com as viagens no tempo, o futuro sempre vai acabar acontecendo da mesma maneira.

Na segunda parte deste post sobre a saga dos Exterminadores falarei sobre o quarto filme, o seriado, os jogos e todas as coisas que vieram da franquia. Como diria o T-800: “I’LL BE BACK!”

RECICLANDO SUA MENTE

Basicamente, o lixo é tudo aquilo que desejamos nos livrar, que um dia já foi útil e hoje já não tem mais valor algum, porém ainda não aprendemos que o que é lixo para nós, pode ter valor para os outros. Jogamos lixo em toda parte e não nos damos conta que algo pequeno pode gerar grandes desastres.

A produção de lixo no planeta é em média de 400 milhões de toneladas por ano, e o ato de reciclar ainda não é predominante. Muitas empresas nos dias de hoje ganham transformando aquele lixo que você não deu valor em novos materiais que mais tarde você vai comprar novamente, porém mesmo assim, são desperdiçados no Brasil R$ 4,6 bilhões, pois não se recicla tudo o que se poderia.

Eu fico realmente muito revoltado (pra não dizer coisa pior) quando vejo pessoa jogando lixo no chão, pela janela do carro ou do ônibus, e muitas vezes fazem isso com uma lixeira a poucos metros. Isso já é cultural, no Brasil a maioria das pessoas é realmente porca nas ruas e faz da sua cidade uma grande lixeira a seu aberto. Neste domingo de eleição eu me reuni com um grupo chamado Redenção.CC e recolhemos os santinhos políticos que estavam sujando a Praça da Redenção em Porto Alegre, porém eu me deparei com muitos outros lixos piores que santinho, como fraudas por exemplo. As pessoas não se dão conta que aquele papel de bala jogado na rua, vai se unir a outros tantos e trancar as bocas de lobo, causando enchentes que dão prejuízo a todo mundo. Iniciativas como a do pessoal do Redenção.CC são um exemplo do que pode ser feito.

Com o andar da carruagem, é impossível produzirmos menos lixo, mas podemos mudar a forma de lidar com ele. Podemos sim fazer nossa parte, separando nosso lixo em casa em seco e orgânico, não jogando lixo no chão e educando as crianças dês de cedo a fazerem o mesmo. No fim, o que precisamos é de uma reeducação do cidadão, uma reciclagem na cabeça de cada um, uma conscientização que vem da pessoa. Faça sua parte, seja um cidadão consciente, quando a merda acontecer você pode ficar de consciência tranquila, pois a sua parte você fez.

FONTE: Site AMBIENTE BRASIL

VIAJANTE DO TEMPO

Estou passando uns dias em Três Passos, Cidade da região noroeste do Rio Grande do Sul onde passei a maior parte da minha vida nesses 23 anos de sobrevivência. É engraçado vir para cá e notar como uma cidade do interior é imutável no tempo e espaço.

Um velho amigo meu falava que esta cidade é como um casulo, onde você cresce para sair e voar (este meu amigo foi para a Europa e o hoje está nos EUA). As pessoas que residem aqui possuem a cabeça imutável como a própria cidade. De fato, aqui o tempo parou, quando chegar o fim do mundo voltarei aqui para agüentar alguns dias a mais. Quem mora aqui e tem perspectiva de futuro quer sair deste lugar, pois todas as idéias novas que chegam aqui são repudiadas.

Quando volto para cá e passo pelas casas que já morei, sinto uma sensação nostálgica de tudo que vive, mas sei que já não pertenço mais a este lugar e para tudo aqui sou apenas um mero visitante, já pertenço a um outro tempo e espaço.

Estou passando uns dias em Três Passos, Cidade da região noroeste do Rio Grande do Sul onde passei a maior parte da minha vida nesses 23 anos de sobrevivência. É engraçado vir para cá e notar como uma cidade do interior é imutável no tempo e espaço.

Um velho amigo meu falava que esta cidade é como um casulo, onde você cresce para sair e voar (este meu amigo foi para a Europa e o hoje está nos EUA). As pessoas que residem aqui possuem a cabeça imutável como a própria cidade. De fato, aqui o tempo parou, quando chegar o fim do mundo voltarei aqui para agüentar alguns dias a mais. Quem mora aqui e tem perspectiva de futuro quer sair deste lugar, pois todas as idéias novas que chegam aqui são repudiadas.

Quando volto para cá e passo pelas casas que já morei, sinto uma sensação nostálgica de tudo que vivi, mas sei que já não pertenço mais a este lugar e para tudo aqui sou apenas um mero visitante, já pertenço a um outro tempo e espaço.

CASH MATE!

Acho que cheguei a comentar no último post sobre situação financeira, pois bem, creio que é necessário dar uma atenção a este tema o momento. Estou passando por uma fase na minha vida em que os meus gastos estão se tornando como movimentos em um jogo de xadrez.

Devido a fatores além do meu alcance, acho que está mais perto do que eu imaginei a hora de eu conseguir minha emancipação financeira, parar de ser um peso no bolso do meu pai e alçar voos com minha próprias asas. Fazer meu próprio pé de meia, pensar no meu futuro, constituir família… Estou com 23 anos e os anos estão passando cada vez mais velozes, eu não posso ficar parado esperando que as coisas aconteçam sozinhas, é necessário fazer minha parte. Cada investimento deve ser bem empregado para ter um retorno em minha vida, por isso os gastos supérfluos devem ser evitados (por mais difícil que seja).

Pretendo continuar trabalhando com desenhos e quadrinhos, mas sei que por enquanto apenas disso não posso me sustentar, e é necessário um emprego estável. Tenho em planos ir morar em outro local (quem sabe até outro estado), mas ainda está tudo muito incerto e nebuloso…

Enfim, o jeito é pensar muito bem em cada jogada e ver se no final dou um CASH MATE! :P

Ben-vindo ao futuro…

A cada dia a tecnologia avança numa velocidade surpriendente. Antigamente ficavamos sonhando com o futuro e as coisas maravilhosas que iriam surgir, mas hoje em dia é como se nossos sonhos de ficção cientifica estivessem se tornando realidade.
hà uns 20 anos, ninguém acreditaria que todos teriam acesso a uma tecnologia que encurtaria as distâncias físicas, iria expandir idéias e pensamentos de forma instantânea. A internet hoje é fato, e quem não sabe usá-la é praticamente um analfabeto.
Hoje temos celulares que além de realizar ligações, podem fazer muito além do que imaginamos (e as vezes até do que precisamos). Através de aparelhos portáteis, podemos usufluir de funções que antes seria necessário um aparelho específico para cada uma (e grande parte deles nem portátil seria).
Cada vez mais máquinas próximas de coisas que vimos em seriados SCI-FI vão aparencendo nos laboratórios de tecnologia. Vi recentemente que até robôs projetados para guerra estão sendo construídos (vixe… Logo teremos a rebelião das máquinas…).

Enfim, o futuro é hoje, cada vez mais invade nossas vidas – só acho ruim a “dependência” que a tecnologia gera em nossas vidas (ou você não fica de cara quando falta luz?).